A volta dos jogos e o que mudou

Na época do nascimento da minha menina, as coisas estavam meio nebulosas por conta das mudanças de prioridades, falta de tempo, etc. Mas, após alguns ajustes (tempo livre ainda é item mágico raro pra mim), estamos conseguindo retornar com nossos hobbies. E voltamos a jogar RPG!

A animação da patroa voltou e, como não tínhamos como receber jogadores em casa ainda, passamos esses meses rolando nossa campanha solo sensacional, onde Elisa interpreta uma elfa mercenária sem frescura em uma metrópole medieval meio noir.

E aí, nesse sábado fizemos o primeiro teste de um dia de sessão clássico. Infelizmente Elisa estava doente (enxaquecas) e a pequena não dormiu bem à tarde (a gente acha que o bebê sente os humores da mãe), mas no geral deu tudo certo.

No caso iniciamos uma nova campanha, que na verdade é um reboot da nossa mais querida história de AD&D (durou 10 anos), porque adoramos os personagens e queremos ver como a campanha acontece com a cabeça que temos hoje (e fechar direitinho, já que a antiga é uma daquelas campanhas que passa por muitos perrengues e é abandonada no caminho).

De lá pra cá fiz alguns ajustes no cenário e sistema que uso para as campanhas principais, e daqui pra frente vou indicar bastante esse post quando me referir a isso. Foi necessário pra que eu tivesse pouco trabalho e ainda narrasse do jeito que mais gosto.

Em relação ao sistema, larguei o Mundo das Trevas. Sou indeciso e perfeccionista, eu sei. Mas eu precisava retomar a ideia de um sistema que me agradasse mas fosse mais leve e combinasse melhor com a “fantasia medieval” (aspas porque a coisa aqui não é muito épica).

Então, olhei com mais um pouco de carinho praquela coisa que chamava de “Fantasytelling”. Dei uma ajustada aqui e ali, transferimos uma campanha pra ele ainda quando a patroa estava grávida e sem jogar, e hoje o bichinho funciona que é uma beleza. Vão aparecer ajustes ainda, claro, mas até agora estou satisfeito como nunca antes e não precisei migrar para o Cortex (quase fui).

Na verdade, gosto muito de contar sucessos, dos valores baixos e controláveis, etc. Sinto que os golpes são mais pesados e sangrentos e os personagens parecem mais vivos e reais no meu sisteminha. :D

Quanto ao cenário, assumi de vez minha paixão por Dragon Age e fiz uma coisa que rendeu muita polêmica com meu irmão, fã xiita da franquia: peguei o mundo que estava criando e mesclei com Thedas, adaptando bastante coisa criada por mim e algumas coisas oficiais. Avancei 140 anos na timeline do mundo e deu tudo certo.

Assim, com alguns ajustes, deu pra passar os personagens, npcs e plots para este novo mundo, que tem nações e conceitos parecidos com o meu cenário, e de quebra ganhei todo o respaldo de uma ambientação criada por uma empresa grande (e, logicamente, com muito mais pesquisa e mentes criativas por trás que um cenário feito em casa).

Vou falar sobre essas mudanças aqui no blog devagarzinho, e continuar postando sobre o meu sisteminha nem que seja para deixar registrado. E, claro, começar o reporte dessa nova campanha enquanto ela ainda está no início.

7 comentários em “A volta dos jogos e o que mudou

  1. Ainda em fase de testes, mor. Porque sessão passada minha atenção foi dedicada exclusivamente a Helena e a enxaqueca. Vamos ver como nos saímos na próxima sessão.

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  2. Boa! Uma das coisas que mais gosto de fazer é misturar coisas de vários jogos até ficar do jeito que eu gosto mesmo.

    Sore o Dragon Age, com o lançamento do livrão CORE vou finalmente comprar esse RPG!

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