Campanha Aegis – Capítulo 06

Este é o reporte do remake da minha campanha mais longa de AD&D, agora em Thedas, mundo de Dragon Age, usando D&D 5E. É estranho voltar a escrever este reporte. A campanha continua suspensa, e não sei se vai voltar, mas me senti na obrigação de registrar tudo que jogamos.

No reino de Artoria (que eu criei, entre as Fronteiras Livres e Nevarra), o arqueiro das terras frias além-fereldanas Duncan (Gabriel), o anão devoto Krank (Rafael), o nevarrano paladino Moloch (Diego) e a elfa guerreira arcana Noelle (Elisa) tentam sobreviver, mas estão destinados a se tornar lendas.

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Campanha Aegis – Capítulo 05

De volta com o reporte da minha campanha atual de fantasia medieval. Em Thedas (mundo de Dragon Age), no reino de Artoria (que eu criei, entre as Fronteiras Livres e Nevarra), o anão devoto Krank (Rafael), o nevarrano paladino Moloch (Diego), o arqueiro das terras frias além-fereldanas Duncan (Gabriel) e a elfa guerreira arcana Noelle (Elisa) tentam sobreviver, mas estão destinados a se tornar lendas.

Anteriormente, Noelle passou por maus bocados para chegar ao fazendeiro Brenon e os dois foram pedir ajuda (sua família estava sendo assolada por um nobre) a um cavaleiro. Duncan e Krank chegaram à vila de Hommlet e se juntaram a Moloch, à mercenária Sabinne, ao guarda Crassus e ao lenhador Slade para ajudar um mercador que teve a mercadoria roubada por crias das trevas. No pântano, derrotaram as crias e salvaram um misterioso espadachim (Noelle, após escapar do ataque ao mercador) de lobos flagelados.

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Meu breve passeio no D&D Next (em Thedas)

Hoje o leitor Leonam me perguntou se vale a pena usar o D&D 5E (ou Next) com Thedas, o cenário de Dragon Age. Daí aproveitei para falar da minha breve aventura – trocadilho não-intencional – com o sistema, enquanto respondo e dou dicas.

Como vocês sabem, sou um eterno frustrado com sistemas de fantasia; nenhum satisfez minhas frescuras com as histórias que quero contar. O que chegou mais perto do meu ideal foi minha simplificação do Storytelling, mas a falta de tempo não me deixava trabalhar nele, cheio de defeitos e buracos na estrutura.

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Um ensaio sobre monstros com imunidades

Estava pensando esses dias sobre monstros com imunidades. Na época do AD&D alguns monstros, como elementais, demônios, fantasmas e múmias só podiam ser feridos por armas mágicas e às vezes nem isso.

Isso foi substituído por uma redução de dano na 3E (solução que a gente usou no Old Dragon) e quase abolido na 4E (embora alguns monstros reduzissem tipos de dano como veneno e fogo, você podia bater em tudo). Acredito que isso aconteceu que apesar de trazer um desafio em si, a imunidade fazia com que os jogadores dependessem muito de armas mágicas (alguns monstros precisavam de armas +3 ou maiores para serem atingidos!) e engrandecia ainda mais o mago. Tipo, se aparece um demônio, Constantine manda o Batman ficar na dele e vai encarar o bichão.

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Batendo a poeira do blog

Desde novembro o bar está às moscas, pela crônica e interminável falta de tempo. Comecei 2015 com muito trampo para custear a filhota, tentando conciliar agência, freelas (atrasados; o fim de ano ferrou meus prazos, preciso correr pra entregar tudo) e tocar a editora.

Fora o nascimento da minha filha, 2014 foi um ano muito difícil, cheio de problemas pessoais e profissionais. Joguei e me diverti muito menos do que gostaria, mas no fim acabou que deu tudo certo e estamos bem mais otimistas pra esse ano.

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