Meu breve passeio no D&D Next (em Thedas)

Hoje o leitor Leonam me perguntou se vale a pena usar o D&D 5E (ou Next) com Thedas, o cenário de Dragon Age. Daí aproveitei para falar da minha breve aventura – trocadilho não-intencional – com o sistema, enquanto respondo e dou dicas.

Como vocês sabem, sou um eterno frustrado com sistemas de fantasia; nenhum satisfez minhas frescuras com as histórias que quero contar. O que chegou mais perto do meu ideal foi minha simplificação do Storytelling, mas a falta de tempo não me deixava trabalhar nele, cheio de defeitos e buracos na estrutura.

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Campanha Aegis – Capítulo 04

Continua o reporte da minha campanha principal de fantasiareboot de um antigo jogo querido de AD&D. Jogamos na minha Thedas (Dragon Age), no meu Fantasytelling.

Jogamos no reino de Artoria, região que inventei, entre as Fronteiras Livres e Nevarra. Uma pequena nação que já viu dias melhores, hoje dividida em baronatos pantanosos e florestais. Terreno fértil, ligeiramente ondulado e geralmente destruído em meio a guerras.

Anteriormente o anão guerreiro devoto Krank (Rafael) e o arqueiro Duncan (Gabriel) resgataram as crianças nobres das crias das trevas na floresta, e após avistar grandes números da prole decidiram alertar a vila de Hommlet do perigo. Mais a sul, o paladino (caçador de monstros) Moloch (Diego) salvou uma aldeia de uma sombra. A oeste, a elfa guerreira arcana Noelle (Elisa) ajudou uma família pressionada a perder suas terras por bandidos contratados pelo Barão local, e saiu para pedir ajuda ao primogênito da família.

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Batendo a poeira do blog

Desde novembro o bar está às moscas, pela crônica e interminável falta de tempo. Comecei 2015 com muito trampo para custear a filhota, tentando conciliar agência, freelas (atrasados; o fim de ano ferrou meus prazos, preciso correr pra entregar tudo) e tocar a editora.

Fora o nascimento da minha filha, 2014 foi um ano muito difícil, cheio de problemas pessoais e profissionais. Joguei e me diverti muito menos do que gostaria, mas no fim acabou que deu tudo certo e estamos bem mais otimistas pra esse ano.

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Que fim levou o Fantasytelling?

Pois bem. Vocês pediram, então vou voltar a falar do Fantasytelling (FST), minha adaptação do Storytelling (World of Darkness) para fantasia medieval (mais ênfase no segundo que no primeiro). Mas não tem como falar desse frankestein sem discorrer a respeito da minha Eterna Dissonância Regrática™.

Como já postei há uns anos, desde que me divorciei de D&D, vivo “à procura da batida perfeita”, ou do sistema perfeito. Nunca estou satisfeito com um sistema, e o que pode me empolgar hoje, me irrita amanhã. Nunca encontro o conjunto de regras que se enquadra com o jeito que gosto de criar histórias de fantasia.

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Campanha Aegis – Capítulo 03

E o reporte da nova campanha continua (atrasado, já que vamos em sete sessões).

Anteriormente, enquanto o brevalês arqueiro Duncan (Gabriel) e o guerreiro anão Krank (Rafael) caçavam crias das trevas na floresta, o paladino (caçador de monstros) Moloch (Diego) começou a investigar estranhos assassinatos na vila de Darrow. À noite, impediu que um rapaz fosse morto por uma sombra, expulsando-a com uma tocha acesa.

O jogo ia empolgante, com os jogadores entregando ótimos roleplays de seus mais queridos personagens (é um reboot), mas ainda faltava a patroa Elisa dar as caras (bebê em casa), de modo que jogamos umas sessões em turnos alternativos.

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Campanha Aegis – Capítulo 02

Continuando o reporte da campanha reboot. Usamos adaptações de sistema (Storytelling) e cenário (Dragon Age), e dessa vez optei por dividir em capítulos ao invés de sessões, já que vou postar mais (ou menos) de uma sessão.

Anteriormente, o brevalês arqueiro Duncan (Gabriel) foi contratado para buscar os filhos do Barão de Standen, que não haviam retornado de uma viagem. No caminho, encontrou uma aldeia devastada por crias das trevas e o cavaleiro tutor das crianças, moribundo, lhe disse que elas haviam sido levadas para a Floresta Antiga. Ele rastreou as criaturas e encontrou algumas lutando com três anões, a quem ajudou e se juntou.

Esses anões, o guerreiro anão religioso Krank (Rafael) e o batedor anão Faldrik (NPC) faziam parte de um destacamento que chegou a um thaig (colônia) e o encontrou abandonado, seus compatriotas mortos por crias das trevas. Após um combate terrível onde Krank demonstrou dons mágicos de cura (anões não podem usar magia), o líder o baniu para a superfície com a missão de avisar os humanos da ameaça.

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