Multiclasse e outras regras da casa para Old Dragon

Faz tempo que quero atualizar direito o blog, e estava com o mesmo problema que meu sócio Fabiano Neme, olhando aqui e vendo o #DnDGateBR como primeiro artigo. Reportes geralmente são demorados de escrever (pra mim), então quando surgiu uma discussão no grupo do Old Dragon no Facebook, aproveitei que escrevi um textão por lá pra dar uma agitada por aqui.

Nosso querido Old Dragon é um sistema simples por uma razão, dar combustível para os jogadores e mestres criarem o que quiserem em cima. Tem toneladas de material na internet, e todo mundo tem suas regras da casa e propostas – eu incluso. Este ano o suplemento Companion vai vir com uma porção de regras opcionais com respaldo oficial, mas enquanto ele não chega, vou começar a colocar minhas regras caseiras aqui na mesa do bar, começando pelo combate com duas armas, posturas e multiclasse.

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Meu Old Dragon Day ’16

Neste domingo aconteceu o Old Dragon Day, o evento anual onde o Brasil todo joga uma aventura comemorativa do nosso querido OD. Em 2015 não consegui mestrar, mas esse ano me comprometi a rolar uma mesa de todo jeito. E foi sensacional, o mais divertido desde o começo, sucesso de crítica e público!

A aventura oficial foi a Maldição da Garra da Mantícora. Ela se passa em Thordezilhas: Sabres e Caravelas, cenário sensacional de capa & espada de Luiz Claudio Gonçalves, que a Redbox lançará no início de 2017. Trama de pirataria e horror, com personagens apropriados. O mote é, basicamente: aventureiros precisam investigar um navio encalhado e assombrado por uma maldição, que pode ser encerrada apenas se eles derem descanso ao fantasma de uma cigana.

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D&D, esse quarentão

Neste domingo o Dungeons & Dragons completou 40 anos. Dez anos antes de eu nascer, foi inventado a partir dos wargames o RPG mais famoso e importante de todos. Obviamente você o conhece e já jogou ao menos uma vez; a maioria jogou por muitos anos. Eu já estava escrevendo sobre isso, e inspirado pelo post do JM Trevisan, terminei.

Ainda hoje me lembro do cara que me apresentou ao jogo, e ao RPG em si, em 1995. Um colega de classe chamado Mateus tinha acabado de voltar das férias na Europa, e trazido um certo livro vermelho de Portugal. Nos chamou para jogar nos intervalos, e fizemos lá nossos personagens. Alguns meses depois, jogávamos no meio da aula e não muito raramente tínhamos os apetrechos de jogo confiscados pelos professores. Na época o jogo era maluco, uma mistureba de Caverna do Dragão, Shadows Over Mystara e Tower of Doom (que tinha em todo fliperama daqui) e outros games, como Resident Evil. Mas era massa demais.

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