Meu breve passeio no D&D Next (em Thedas)

Hoje o leitor Leonam me perguntou se vale a pena usar o D&D 5E (ou Next) com Thedas, o cenário de Dragon Age. Daí aproveitei para falar da minha breve aventura – trocadilho não-intencional – com o sistema, enquanto respondo e dou dicas.

Como vocês sabem, sou um eterno frustrado com sistemas de fantasia; nenhum satisfez minhas frescuras com as histórias que quero contar. O que chegou mais perto do meu ideal foi minha simplificação do Storytelling, mas a falta de tempo não me deixava trabalhar nele, cheio de defeitos e buracos na estrutura.

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Campanha Aegis – Capítulo 04

Continua o reporte da minha campanha principal de fantasiareboot de um antigo jogo querido de AD&D. Jogamos na minha Thedas (Dragon Age), no meu Fantasytelling.

Jogamos no reino de Artoria, região que inventei, entre as Fronteiras Livres e Nevarra. Uma pequena nação que já viu dias melhores, hoje dividida em baronatos pantanosos e florestais. Terreno fértil, ligeiramente ondulado e geralmente destruído em meio a guerras.

Anteriormente o anão guerreiro devoto Krank (Rafael) e o arqueiro Duncan (Gabriel) resgataram as crianças nobres das crias das trevas na floresta, e após avistar grandes números da prole decidiram alertar a vila de Hommlet do perigo. Mais a sul, o paladino (caçador de monstros) Moloch (Diego) salvou uma aldeia de uma sombra. A oeste, a elfa guerreira arcana Noelle (Elisa) ajudou uma família pressionada a perder suas terras por bandidos contratados pelo Barão local, e saiu para pedir ajuda ao primogênito da família.

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Campanha Aegis – Capítulo 03

E o reporte da nova campanha continua (atrasado, já que vamos em sete sessões).

Anteriormente, enquanto o brevalês arqueiro Duncan (Gabriel) e o guerreiro anão Krank (Rafael) caçavam crias das trevas na floresta, o paladino (caçador de monstros) Moloch (Diego) começou a investigar estranhos assassinatos na vila de Darrow. À noite, impediu que um rapaz fosse morto por uma sombra, expulsando-a com uma tocha acesa.

O jogo ia empolgante, com os jogadores entregando ótimos roleplays de seus mais queridos personagens (é um reboot), mas ainda faltava a patroa Elisa dar as caras (bebê em casa), de modo que jogamos umas sessões em turnos alternativos.

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Campanha Aegis – Capítulo 02

Continuando o reporte da campanha reboot. Usamos adaptações de sistema (Storytelling) e cenário (Dragon Age), e dessa vez optei por dividir em capítulos ao invés de sessões, já que vou postar mais (ou menos) de uma sessão.

Anteriormente, o brevalês arqueiro Duncan (Gabriel) foi contratado para buscar os filhos do Barão de Standen, que não haviam retornado de uma viagem. No caminho, encontrou uma aldeia devastada por crias das trevas e o cavaleiro tutor das crianças, moribundo, lhe disse que elas haviam sido levadas para a Floresta Antiga. Ele rastreou as criaturas e encontrou algumas lutando com três anões, a quem ajudou e se juntou.

Esses anões, o guerreiro anão religioso Krank (Rafael) e o batedor anão Faldrik (NPC) faziam parte de um destacamento que chegou a um thaig (colônia) e o encontrou abandonado, seus compatriotas mortos por crias das trevas. Após um combate terrível onde Krank demonstrou dons mágicos de cura (anões não podem usar magia), o líder o baniu para a superfície com a missão de avisar os humanos da ameaça.

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Campanha Aegis – Capítulo 01

Meu grupo e eu fizemos um reboot da nossa mais querida campanha de AD&D, congelada após 10 anos. É com orgulho que começo Aegis, sucessora de Canção Escarlate nos reportes deste blog. O nome vem do escudo que Zeus usou na luta contra os titãs. A ideia é que os heróis sejam uma égide dos povos livres em uma campanha com ares bélicos.

Continuo meu caso de amor e ódio com o Storytelling modificado que chamo de Fantasytelling. Meus jogos de fantasia agora se passam na minha versão modificada de Dragon Age, 140 anos depois da timeline oficial. Mais especificamente no reino de Artoria, inventado por mim, ali entre as Fronteiras Livres e Nevarra. O clima é Dragon Age, Game of Thrones, The Witcher, Bernard Cornwell e Tolkien.

Apenas dois dos quatro jogadores puderam jogar na primeira sessão, e começamos com cada personagem separado com seus próprios plots, convergindo para uma só história.

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