Campanha Aegis – Capítulo 06

Este é o reporte do remake da minha campanha mais longa de AD&D, agora em Thedas, mundo de Dragon Age, usando D&D 5E. É estranho voltar a escrever este reporte. A campanha continua suspensa, e não sei se vai voltar, mas me senti na obrigação de registrar tudo que jogamos.

No reino de Artoria (que eu criei, entre as Fronteiras Livres e Nevarra), o arqueiro das terras frias além-fereldanas Duncan (Gabriel), o anão devoto Krank (Rafael), o nevarrano paladino Moloch (Diego) e a elfa guerreira arcana Noelle (Elisa) tentam sobreviver, mas estão destinados a se tornar lendas.

Continuar lendo “Campanha Aegis – Capítulo 06”

Multiclasse e outras regras da casa para Old Dragon

Faz tempo que quero atualizar direito o blog, e estava com o mesmo problema que meu sócio Fabiano Neme, olhando aqui e vendo o #DnDGateBR como primeiro artigo. Reportes geralmente são demorados de escrever (pra mim), então quando surgiu uma discussão no grupo do Old Dragon no Facebook, aproveitei que escrevi um textão por lá pra dar uma agitada por aqui.

Nosso querido Old Dragon é um sistema simples por uma razão, dar combustível para os jogadores e mestres criarem o que quiserem em cima. Tem toneladas de material na internet, e todo mundo tem suas regras da casa e propostas – eu incluso. Este ano o suplemento Companion vai vir com uma porção de regras opcionais com respaldo oficial, mas enquanto ele não chega, vou começar a colocar minhas regras caseiras aqui na mesa do bar, começando pelo combate com duas armas, posturas e multiclasse.

Continuar lendo “Multiclasse e outras regras da casa para Old Dragon”

Todo dia um sneak attack diferente

Se você está lendo isso, sabe o que é o #DndGateBR (se não, aqui tem tudo). Algumas pessoas pediram pra eu escrever sobre o assunto aqui no blog, mas como a coisa já está muito bem explicada, vou falar sobre como a parada me afeta.

Apesar de eu ter passado muito tempo com raiva de D&D e mestrando outras coisas, é o D&D né? Trabalhar com o RPG que me iniciou no hobby, onde passei anos e como acabei virando dono de editora, é outra coisa. Até aceitei a apelação dos meus jogadores com a 5E e passei a mestrar. Tive minhas rusgas com o sistema, mas acabei cedendo.

Continuar lendo “Todo dia um sneak attack diferente”

Preparando aventuras rapidamente (ou Manual do Mestre Sem Tempo)

Há algum tempo sofro com a falta de tempo para preparar sessões de jogo, algo que também minou minha criatividade. Acaba que tenho usado muitas aventuras e ganchos prontos; embora sempre mude as coisas pra adequar ao que gosto, é mais fácil. E nunca fui um mestre da improvisação, ou seja, tenho que ter alguma preparação. Assim, tenho procurado métodos mais práticos.

Depois de ler alguns textos sobre o assunto, incluindo este post do Epic Kingdom e um artigo de Richard Hunt na saudosa Dragon Magazine brasileira (arrumando a bagunça das revistas!), tenho aplicado com sucesso alguns métodos na preparação das minhas aventuras.

Continuar lendo “Preparando aventuras rapidamente (ou Manual do Mestre Sem Tempo)”

Meu Old Dragon Day ’16

Neste domingo aconteceu o Old Dragon Day, o evento anual onde o Brasil todo joga uma aventura comemorativa do nosso querido OD. Em 2015 não consegui mestrar, mas esse ano me comprometi a rolar uma mesa de todo jeito. E foi sensacional, o mais divertido desde o começo, sucesso de crítica e público!

A aventura oficial foi a Maldição da Garra da Mantícora. Ela se passa em Thordezilhas: Sabres e Caravelas, cenário sensacional de capa & espada de Luiz Claudio Gonçalves, que a Redbox lançará no início de 2017. Trama de pirataria e horror, com personagens apropriados. O mote é, basicamente: aventureiros precisam investigar um navio encalhado e assombrado por uma maldição, que pode ser encerrada apenas se eles derem descanso ao fantasma de uma cigana.

Continuar lendo “Meu Old Dragon Day ’16”

Dano ou consequência

Em RPG, supõe-se que as regras servem à história, mas na maioria dos sistemas que conheço acontece o contrário. Para evitar que a mecânica atrapalhe a narração, a gente costuma quebrar as regras ou improvisar algo na hora.

É o caso, por exemplo, dos hit points (ou similar). Conheço poucos sistemas diferentões que lidam de forma mais servil à narrativa o “caminho para a derrota” (cansaço, stress, ferimentos, whatevs), e de qualquer modo só tenho mestrado D&D (e afins) mesmo. Pra diminuir um pouco esse efeito, ultimamente tenho pensado nessa regrinha meio maluca, que chamo de “dano ou consequência”.

Continuar lendo “Dano ou consequência”